29 Fevereiro 2008
C’est la vie, c’est la vie
C’est la vie d’aujourd’hui
C’est la valse a sale temps
Qui vous lache qui vous prends
C’est la vie, c’est la vie
Qui dit non, qui dit oui
C’est la valse a sale temps
Reine des emmerdements
C’est la vie, c’est la vie
C’est la vie d’aujourd’hui
C’est la valse à sale temps
Des enfants du Paradis…
C’est la vie, c’est la vie
C’est la vie d’aujourd’hui
C’est la valse a sale temps
Qui vous lache qui vous prends
C’est la vie, c’est la vie
Qui dit non, qui dit oui
C’est la valse a sale temps
Que danse madame Satan
lai lai lai lai La la la la lai…
C’est l’histoire d’un povre homme
Dans sa povre maison
Baisant sa povre femme
De bien povre facon
Dessus son povre lit
Avec son povre outil
Lui fit un povre enfant
Qui vecu povrement
C’est l’histoire d’une fille
Amoureuse d’un garcon
Il s’appelait Cerise
Elle s’appelait GASTON.
C’est l’histoire d’un povre homme
Dans sa povre maison
Baisant sa povre femme
De bien povre facon
lai lai lai lai La la la la lai.

A música não faz muito sentido aqui, mas quem me obriga a ser coerente, não é mesmo?
A foto, bom… ela fala por si. É uma brincadeira e uma referência bem humorada a Renè Magritte.
Um bom fim de semana pra vocês!
3 Comentários |
Pessoal, seila |
Link Permanente
Escrito por georgeyk
21 Fevereiro 2008


Sexta-feira chegando…
E a necessidade tá batendo…
Ai ai ai…
(Não tem a fonte pq fui eu quem tirou essa foto… Imagina que chato estar num lugar desses?)
1 Comentário |
Uncategorized |
Link Permanente
Escrito por Talita
19 Fevereiro 2008
Fonte
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José ?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José ?
2 Comentários |
Uncategorized |
Link Permanente
Escrito por Talita
15 Fevereiro 2008

Josefina foi no médico; ele disse que ela precisava se cuidar para não ficar com câncer: nada de carne vermelha (melhor mesmo era a soja), nada de enlatados, nada de embutidos (eles têm muito conservante!), nada de nada de nada.
Então Josefina foi à feira, comprou mamão, maçã, morango e ameixa. Comprou também tomate, abobrinha e cenoura. E ainda comprou alface, brócolis e repolho.
Um tempo depois, Josefina morreu dum câncer que tava escondido.
O médico não disse pra ela que a soja era transgênica e que as frutas, verduras e legumes recebiam agrotóxico até no dia da colheita.
Moral da história 1: se somos mesmo aquilo o que comemos, nossa, somos bem podres…
Moral da história 2: Nem sempre acredite nos médicos.
1 Comentário |
Uncategorized |
Link Permanente
Escrito por Talita
14 Fevereiro 2008
Olha só esse artigo que saiu numa revista muito conceituada na área da Ecologia, a Oikos (volume 0, 2008):
A possible role of social activity to explain differences in publication output among ecologists
Tomas Grim
T. Grim (tomas.grim@upol.cz), Dept of Zoology, Palacky Univ., tr. Svobody 26, CZ-771 46 Olomouc, Czech Republic.
(Abstract)
Publication output is the standard by which scientific productivity is evaluated. Despite a plethora of papers on the issue of publication and citation biases, no study has so far considered a possible effect of social activities on publication output. One of the most frequent social activities in the world is drinking alcohol. In Europe, most alcohol is consumed as beer and, based on well known negative effects of alcohol consumption on cognitive performance, I predicted negative correlations between beer consumption and several measures of scientific performance. Using a survey from the Czech Republic, that has the highest per capita beer consumption rate in the world, I show that increasing per capita beer consumption is associated with lower numbers of papers, total citations, and citations per paper (a surrogate measure of paper quality). In addition I found the same predicted trends in comparison of two separate geographic areas within the Czech Republic that are also known to differ in beer consumption rates. These correlations are consistent with the possibility that leisure time social activities might influence the quality and quantity of scientific work and may be potential sources of publication and
citation biases.
Primeiro: a qualidade de um pesquisador não deveria ser medida pelo número de artigos que ele publica, porque número não é nada.Segundo: se o padrão fosse avaliar a qualidade de um pesquisador pela qualidade de seus artigos, esse cara estaria era fo*%$#…
Sabe o que eu faço de sábado à noite? Adoraria trabalhar, mas eu bebo… Sabe como é, né? Pressão social…
(hahahahahahahahahahaha)
2 Comentários |
Uncategorized |
Link Permanente
Escrito por Talita
14 Fevereiro 2008
時
間
(tempo)
“Los momentos no llegan nunca tarde ni pronto, llegan a su hora, no a la nuestra, no tenemos que agradecerles las coincidencias, cuando ocurran, entre lo que ellos proponían y lo que nosotros necesitábamos.”
Como diz minha mãe, não adianta chorar nem espernear; as coisas só acontecem na hora em que devem acontecer…
Deixar um comentário » |
Uncategorized |
Link Permanente
Escrito por Talita
7 Fevereiro 2008

Fonte
O trecho escrito a seguir é baseado em fatos reais, e se passa em uma balada, pouca luz, e muito álcool na cabeça…
Mulher: E aí, tudo bem?
Homem: Tudo bem, e você?
Mulher: (em tom de brincadeira) Tudo bem. Vi quando passou por mim e fingiu não me ver… hahaha… Agora vim falar “oi” pro pessoal e te atormentar…
Homem: Ah, desculpa, não te vi mesmo…
Mulher: É, minha avó acreditaria… (o mesmo tom de brincadeira)
****************
Homem: (com muitas pitadas de sarcasmo) Você anda sempre mal vestida assim, ou é só hoje?
Mulher: É só hoje, só porque eu sabia que você vinha… hahahaha!!!
****************
Homem: (o tom agora é agressivo) Até sua tatuagem é péssima… Você deveria ter vergonha…
Mulher: Mas não tenho. (com uma tranquilidade a ponto de explodir)
Homem: Se você tem vergonha, deveria usar uma roupa menos decotada…
Mulher: (agora explodiu…) Um: não tenho vergonha. Dois: sempre respeitei a sua tattoo, apesar de achar péssima por não exprimir absolutamente nada. Três: vai catar coquinho na descida!
Moral da história: creio que esteja surgindo um novo tipo de preconceito: a heterofobia.
1 Comentário |
Uncategorized |
Link Permanente
Escrito por Talita