Pata-de-vaca

23 Junho 2009

Sol a pino no céu

Vento despenteia  Bauhinia

No primeiro dia de inverno.


Pânico pandêmico

2 Maio 2009

Olá a quem visita…

Post desabafo…

Muito se fala de epidemias. A cada ano, surge uma nova epidemia: gripe espanhola, gripe aviária, ebola, febre amarela… A doença do momento é a gripe suína: a mídia não fala de outra coisa de outra coisa, senão na gripe que está na iminência de chegar a todos os cantos do planeta. Mais que a própria epidemia, o medo espalha-se rapidamente, atingindo até quem nem sabe de que se trata.

Fica fácil saber que o medo dissemina-se mais rapidamente que as informações corretas sobre o assunto: quantas vezes você ligou a televisão, e viu centenas de pessoas usando máscara de proteção somente na boca, como se o nariz não fosse passível de contaminar e ser contaminado…

Tudo bem, entendo que as pessoas estejam assustadas, mas de que adianta ficar em pânico?!!? De que adianta espalhar o medo, e não esclarecer tudo sobre o assunto às pessoas?!

Lembro bem de uma vez, que o nosso querido George (este mesmo, que escreve no blog, rs) estava em Uruaçu – GO, quando o Brasil teve o primeiro caso de febre amarela com morte em 2008, coincidentemente, na mesma cidade. E detalhe: ele não é imunizado (ele continua sem tomar a vacina)… As pessoas diziam: mas como você vai pra Goiás sem se vacinar!?!!? Você é louco!?!?!?! Hahaha… Ele apenas dizia: Calma gente, num fui pro meio do mato! Lá sim é perigoso! (PS: Eu mesma, que trabalho no campo, numa área considerada de risco – três mortes na cidade – tomei a vacina há cerca de três meses atrás… Nunca fui nem picada pelo mosquito transmissor da febre amarela)

Mas quem vivenciou, lembra como foi instaurado o pânico no Brasil; chegou um ponto que nem tinha mais vacina pra imunizar as pessoas que iam viajar para as chamadas “zonas de risco”, e pior, teve gente que, de tão desesperada, tomou duas ou mais vezes a dose da vacina, causando reações alérgicas e morte. Olha só o que faz espalhar o medo antes de espalhar informação…

Isso tudo me leva a crer que, embora a gripe suína e toda a gama de doenças com habilidades pandêmicas sejam sérias do ponto de vista de saúde pública, elas devem servir ótimamente bem para instaurar o pânico, e pânico faz as pessoas pararem de pensar, e pensar é estar doente dos olhos (como dizia, hum, não me recordo se Fernando Pessoa ou Alberto Caeiro, desculpem!).

Pode apostar que deve estar acontecendo algo muito escabroso por debaixo do pano chamado pânico pandêmico! Vamos investigar?!

Beijos e bom final de semana!!!!

PS: Fui pra Minas Gerais e voltei gripada… Será que é a gripe do porco??!?!?!

PS.2: O pânico da gripe suína ainda não chegou na minha casa, embora aqui tenha TV.


Adão Iturrusgarai

20 Abril 2009

(fonte)


Vivendo de ilusão

19 Abril 2009


Tudo aqui é estranho,

nada aqui é real:

cerveja sem álcool

café sem cafeína

doce sem açúcar.


E não pára por aí:

no vaso, uma flor de plástico

no peito, um peito de plástico;

na missa, um pecador de sábado

na cama, um amor de sábado.


Tudo aqui é estranho,

nada aqui é real.

Olho para isso, reflito:

“O que aconteceu com a contemplação da beleza das coisas?”

Deve ter se esvaído num poço sem fundo chamado banalidade.


Chorisia speciosa

16 Abril 2009

Dia de abril

Paineira explode em rosa

No céu em brilhante anil.


Tudo pela beleza

2 Abril 2009

(Fonte)

Olá a todos!

Toda vez que faço lá meus sacrifícios pra “enganar a natureza”, digamos, penso: “Poxa, será que meu namorado vai reparar?”. É perfuminho doce, desodorante que se diz 24 horas, depilação, pintura de cabelo, maquiagem, unhas feitas, etc, etc, etc…

E quase sempre que eu faço a fatídica pergunta “E aí, não notou nada de diferente?!” a resposta é quase sempre um belo chute: “Você tirou a sobrancelha?”. Hahaha!!!

Mas como diz uma amiga minha, as mulheres acabam se arrumando pras outras mulheres, porque pros homens mesmo, elas só são interessantes com tudo a menos!!!

A seguir temos uma historinha que recebi por email; não sei quem escreveu, só sei que é muito engraçada…

Beijos e bom restinho de semana!!!

Diário de uma perereca depilada

Tenta sim. Vai ficar lindo.”

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve, mas acho que pentelho não pesa tanto assim.

Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa.
Eu imaginava que ia doer porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria.
Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

- Vai depilar o quê?

- Virilha.

- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.

- Amanhã, às… Deixa eu ver…13h?

- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.

Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal.

Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue.

Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura.

Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça.

Meu Deus, era O Albergue mesmo.

De repente, ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?

- É… é, isso.

Penélope, então, deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco, senão vai doer mais ainda.

- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia p-o-r-r-a nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.

De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.

- Assim?

- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.

- Ar-re-ga-nha-da, né?

Ela riu. Que situação.

E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem.

Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca.

Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu.

Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.

Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?

Ela riu de novo como quem pensa “que garota estranha”. Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.

O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todas porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?

- Não, eu quero só virilha, bigode não..

- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.

Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação. Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.

Se tivesse sobrado algum pen-te-lhi-nho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali.

Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. “Me leva daqui, Deus, me teletransporta”. Só voltei à terra quando entre uns blá-blá-blás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?

- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada.

Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?

- Hein?

- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci a Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bu-nda aqui?

- Hein?

- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o “olho que nada vê”. Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, pei-dar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?

- Sim… sonhei de novo com o c-u de uma cliente.

Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks.

Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil c-us por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bun-da tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha mais pra contar a história. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xin-ga-men-tos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

Por-ra.. Por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope empresta um chumaço de algodão?

Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.

- Máquina de quê?!

- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.

- Dói?

- Dói nada.

- Tá, passa essa me-rda…

- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção.
Ela viu tudo, da perereca ao c-u. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?

- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.

- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar…namorar… eu estava com sede de vingança.

Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada e matar o primeiro homem que ver e não comentar absolutamente nada.!!! Não fiz nada disso…. Um mês depois…

- Normal ou cavada?

Coisas de perereca, vai entender…



Sobre o tempo…

1 Abril 2009

A persistência da memória, Salvador Dali. (fonte)

Olá!!!

Série de frases boas pra dar coragem…

Anda meio preguiçoso de fazer suas coisas? Olha só o que diz Millôr Fernandes:

Quem mata o tempo não é assassino, mas sim um suicida.

E sabe por quê não podemos perder tempo? Miguel de Unamuno nos responde:

Somos mais pais do nosso futuro do que filhos do nosso passado.

E se somos responsáveis pelo nosso futuro,

Paremos de indagar o que o futuro nos reserva e recebamos como um presente o que quer que nos traga o dia de hoje.” (Heráclito)

Por isso, vamos seguir o conselho de Jack London,

A verdadeira função do homem é viver, não existir. Eu não gastarei os meus dias a tentar prolongá-los. Usarei o meu tempo.

Beijos e bom restinho de semana!!! Aproveite bem o seu tempo!!!


Sinceridade acima de tudo…

12 Março 2009

Olá!

O importante mesmo é ser sincero acima de tudo, mesmo que acabe magoando as pessoas…

honestidade_08

mesmo que vc esteja precisando de dinheiro e acabe se comprometendo…

honestidade_05

e mesmo que isso custe se associar a “maus elementos”…

amelhor

Beijos e bom começo de final de semana!!!


Eu também quero ser excomungada!

10 Março 2009

Bom dia!

(Na verdade, eu não quero ser excomungada, porque nem católica e muito menos batizada eu sou…)

Final de semana inútil, só assistindo noticiários na TV, coisa que não faço há bastante tempo…

O fato é que foi notícia: todos sabem que uma menina de 9 anos, vítima de abuso pelo padrasto desde os 7, ficou grávida de gêmeos e, por decisão da Justiça, foi permitido a ela que interrompesse a gravidez, porque uma menina de 9 anos não tem a menor condição de gerar e parir um filho. Lógico, o corpo dela ainda não é preparado pra isso.

Aborto feito, o arcebispo de Recife-Olinda resolveu que a mãe, o pai e os médicos envolvidos no aborto deveriam ser excomungados. A pergunta é:

E O PEDÓFILO?!?!?!

Bom, de acordo com o arcebispo, o aborto é um crime maior que o abuso. Por isso, o pedófilo não foi excomungado.

HAHAHAHAHAHAHA

Sabe por que a Igreja acoberta este tipo de crime? Ora, muito simples: PORQUE EXISTE UMA INFINIDADE DE PEDÓFILOS DENTRO DA IGREJA! Se eles todos eles forem excomungados, acabou a Igreja!

Em vista disso, fica aqui iniciado o movimento: RECICLANDO IDEIAS! Faça parte você também!!! Comente no blog! Conte para seus amigos! Sempre é bom rever conceitos! Eu prefiro ser/ essa metamorfose ambulante (…)”.

Ah! E quem quiser manifestar sua opinião para o arcebispo, tá aqui o email:

arcebispo@arquidioceseolindarecife.org.br, escreva para ele e participe você também da campanha “Eu também quero ser excomungado!”. Participe! Vamos encher a caixa de emails do nosso querido arcebispo!

Reflita e opine!!!

Beijos e boa semana!


Empurrando com a barriga…

5 Março 2009

“I would like to be a procrastinator,

but I always postpone it.”


Para descontrair…

1 Março 2009

Olás!

Olha só que engraçado… O garotinho foi no dentista e veja só no que deu:

“Is it real life?”… hahahahahha

Beijos e boa semana!


Changes

11 Fevereiro 2009

[Sorry, no picture today :D ]

“We’re all theory and no actions.” (Waking Life)

“change,/everything you are/and everything you were” (Muse)

“Everyone thinks of changing the world, but no one thinks of changing himself.” (Tolstoy)

Preciso agradecer Tolstoy. Eu sabia que faltava alguma coisa para tudo isso fazendo sentido na minha mente.

“A little less conversation, a little more action please” (The King)

Ok. Ok.
Eu só preciso daquele fogo inicial para fazer a bomba explodir. Ou talvez isso seja mais uma desculpa para continuar do mesmo jeito.

Enquanto isso eu vou assistindo o mundo cair em ruínas causadas pela nossa hipocrisia.

É tudo tão adorável.
Uma boa semana para todos.


Nada em excesso é saudável…

26 Janeiro 2009

Boa noite!

Até que ponto é positivo sentir-se seguro?

Outro dia, um conhecido meu ficou preso na porta giratória do Banco do Brasil. Ele é mecânico, e estava em horário de almoço quando foi ao banco, de modo que estivesse usando o unforme, inclusive, a bota com proteção metálica nos dedos dos pés, o que fez a acionar o alarme da porta.

Ele ficou cerca de dez minutos preso na porta, até mostrar que não estava portando nenhum tipo de arma.

O gerente foi até o local

Detalhe: ele é negro.

Veja caso semelhante na reportagem do site “Terra”:

Itaú paga R$ 5 mil por constranger cliente em porta giratória

Beijos a todos!!! E boa sorte com as portas giratórias!


Para meu namorado, com carinho…:)

4 Janeiro 2009

Olá a todos e a meu querido namorado,

Espero que gostem… Quem não é nem um pouquinho viciado em computador? Pois é, mas tem limite… hahaha…

Beijos e bom domingo!

(Ah! Estou com saudades… Espero que esteja se divertindo…)

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(Em breve o dele ficará assim se ele continuar a fazer as duas coisas ao mesmo tempo!)

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(Tenho até medo de fazer tal ameaça… hahaha)

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(Taí uma coisa que ele nunca vai fazer, DESDE QUE não haja nenhuma rede sem fio por perto… hihihihi)


7 Dezembro 2008

“Cada um de nós é vencido apenas pelo destino que não soube dominar. Não há derrota que não tenha um significado e não represente também uma culpa”. (Stefan Zweig)

“Enquanto houver vontade de lutar, haverá esperança de vencer.” (Santo Agostinho)

Acho que perdi a vontade de lutar

por algo que parece ter perdido o sentido.

Não tenho mais o que vencer,

por isso, não há causa pela qual

lutar.

É preciso saber admitir a derrota, e

entender a própria culpa nisso.

Já passei dessa fase.